DOBRANDO A CARIOCA

Se a história e a obra de cada um desses artistas já bastaria para um belo momento, imaginem o que é o encontro dos quatro no mesmo palco. Quarteto da maior fé na defesa, no meio de campo e na linha de frente da nossa Música Popular Brasileira. Harmonia é isso. No ouvido, nas cordas, na ponta da língua. Guinga, Jards Macalé, Moacyr Luz e Zé Renato cantam e contam, com seus violões, companheiros inseparáveis, suas músicas e de outros nossos grandes compositores.

O título surgiu de forma casual durante uma reunião do grupo no Bar Luiz, tradicional reduto boêmio do Rio de Janeiro, localizado na Praça Tiradentes. Era só dobrar a esquina da rua da Carioca e eles estariam no Teatro João Caetano/RJ, palco onde se apresentariam pela primeira vez juntos. Considerado pelo "O Globo" um dos melhores shows de l999, o DOBRANDO A CARIOCA, depois do Teatro João Caetano, abriu a nova temporada do Espaço Cultural Sergio Porto, e se apresentou nos Museus do Açude e do Telefone, Casa de Cultura Estácio de Sá, Projeto Heineken, Mistura Fina e em outros estados como São Paulo, Minas Gerais, Vitória, Recife, Fortaleza, Maceió, Porto Alegre e Curitiba; somando mais de 100 apresentações.

Vozes e violões antenados com o que há de melhor na Música Popular Brasileira, o espetáculo começa com choro 1 x 0 (Pixinguinha/Benedito Lacerda/Nelson ngelo), e é costurado com preciosidades do tipo "Nega Dina", "Vapor Barato", "Cata-vento e Girassol", "Anjo da Velha Guarda", etc. Sambas, choros, MPB e muitas histórias. Juntos o tempo inteiro no palco; somam-se as vozes e violões, tamborins, pandeiro, e outros inusitados instrumentos de percussão.

por Braulio Neto



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Foto de Andrea Nestrea

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